Bloco das Nigrinhas completa 30 anos

Homens travestidos de mulher trazem a irreverência para os Festejos de Irará

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Postagem original em 29/01/2011 18:12 – por: Roberto Martins

Foi em 1981 que um grupo de amigos, membro do hoje extinto time do JCI (Juventude Clube Iraraense), se juntaram para curtir os Festejos Populares de Irará de um modo diferente. Eles resolveram sair às ruas da cidade travestidos de mulher. Assim nascia o Bloco da Nigrinhas.

Neste ano, trinta primaveras depois, as Nigirinhas seguem firmes na tradição. O bloco vai sair neste domingo, dias 30, às 10h, do Posto Caravelas e vai tomar as ruas da cidade, puxado por um mini-trio. A animação fica por conta da Banda Grove Arrochado.

O Bloco vai premiar a nigrinha mais velha; a nigrinha mais nova e a nigrinha mais bonita. Nesta edição também acontece a tradicional escolha da Rainha e das princesas do bloco, só que em horário diferente.

“Antes quando a escolha era feita no início do bloco, tinha gente que reclamava, porque chegava atrasado e não podia participar, por isso resolvemos escolher a Rainha no meio do Bloco”, afirma Tiago Costa, que junto com Neto Felix, é um dos organizadores do Bloco, ao comunicar que a escolha está prevista para o meio dia.

Para ser uma “nigrinha batizada” nos Festejos de Irará, não é necessário comprar fantasia, abada ou camisa. Também não há cobrança de qualquer taxa ou ingresso. Basta ser homem e vestir roupas de mulher para poder ter acesso ao bloco.

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