Matéria do Correio cita rapaz que “”comia” jegua” em Irará

Postagem original em 30/11/2011 18:40 – por: Roberto Martins

Rogério Silva é um dos personagens no texto sobre a maior incidência de câncer de pênis para quem costuma fazer sexo com animais

No último dia 27 de novembro, domingo, o site do Correio 24Horas publicou uma matéria sobre a divulgação dos resultados de uma pesquisa sobre câncer de pênis. Segundo o estudo citado, o homem que faz sexo com animais de outras espécies está mais propenso a adquirir a enfermidade.

Entre os que um dia já foram adeptos da prática de fazer sexo com animais, o jornal cita Rogério Silva, 26 anos. Segundo a matéria, Rogério é iraraense e prestou o seu depoimento na beira de uma lagoa na zona rural do município. Na sua fala o jovem teria então confessado: “É isso mesmo. Quando eu tinha uns 14, 15 anos, ‘comia’ uma jega!”.

De acordo a matéria, a pesquisa coordenada pelo hospital paulista A.C.Camargo, em parceria com 16 centros de tratamento de câncer do país, aponta que, na zona rural, 34,75% dos homens já tiveram ao menos uma relação carnal com animais. E ainda que, entre os entrevistados para a análise científica, os nordestinos mostraram predileção pelos equinos, enquanto no Sul e no Sudeste a simpatia dos homens se debruça sobre caprinos e galináceos.

A matéria ainda trás informações de como evitar o câncer de pênis e uma conseqüente amputação do órgão que pode ser ocasionada pela doença. Uma das dicas é manter sempre o órgão higienizado.

Veja matéria completa e outras declarações de Rogério no Correio 24Horas

Médicos não consideram casos como zoofilia

Durante o estudo do comportamento sexual das populações rurais brasileiras coordenado pelo urologista Stênio Zequi, todos os homens que afirmaram ter tido relação sexual com animais – em menor ou maior escala, afirmaram também que a prática foi abandonada após algum tempo. “Em média, eles começam com 13 anos e param com 17. É uma fase. Todos os entrevistados falam de memórias de uma iniciação sexual velada”, afirma Zequi. Por isso, na opinião do médico, casos deste tipo não podem ser considerados zoofilia, termo usado para definir a predileção sexual de pessoas por animais de outra espécie e que, no Código Penal brasileiro, não é caracterizado como crime.

O mesmo ponto de vista é defendido pelo psiquiatra Luiz Fernando Pedroso, diretor clínico do Espaço Holos, em Salvador. “No interior, isso é natural, é cultural. Antigamente acontecia nas áreas urbanas também”, afirma Pedroso, que é membro internacional da Associação Americana de Psiquiatria. “A zoofilia se caracteriza quando o indivíduo já formado, dotado de informações e opções sexuais, direciona sua libido para um animal por preferência. Aí é um desvio”, conclui.

Texto sobre Zoofilia do Correio 24Horas

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