Alfredo da Luz será o homenageado dos Festejos 2012

Postagem original em 03/01/2012 18:40 – por: Roberto Martins

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Bloco Evolução prestou homenagens em 2000

Em 2012, a organização a Prefeitura Municipal vai homenagear o saudoso Alfredo da Luz durante os Festejos Populares de Irará. A informação foi confirmada por Rafael Fontes durante entrevista na rádio comunitária Irará FM – 104,9. Para o diretor trata-se de uma justa lembrança diante de tudo que Alfredo representa para as festas populares de Irará.

Conhecido na cidade por trabalhar como eletricista, Alfredo se notabilizou mesmo foi com seu trio elétrico. O Irajá, trio de Alfredo, tocou em muitas cidades da Bahia, inclusive no carnaval de Salvador, onde protagonizou o primeiro “top less” da folia baiana. O fato é narrado no livro “Alfredo da Luz, a alegria de Irará”, de autoria de Nadja Cerqueira, filha de Alfredo.

Alfredo Bispo também foi músico da Filarmônica 25 de Dezembro. Sua paixão pela música foi transferida parar seus filhos, fortemente representada pelas pessoas de Gigi, Sinho e Nivaldo. O primeiro é baixista e compositor na banda de Ivete Sangalo. Os outros dois fazem parte do naipe de sopro de Claudia Leite. Todos eles são muitos respeitados entre os músicos da Bahia.

Evolução

Esta não é a primeira vez que Alfredo da Luz é homenageado nos Festejos Populares de Irará. Uma das homenagens anteriores foi organizada pelo Bloco Evolução em 2000.

Um dos maiores blocos da cidade, à época, o Evolução fez questão não só de homenagear, mas também mostrar um pouco da história de Alfredo aos iraraense. A camisa do bloco continha um ícone do Irajá, trio de Alfredo; foram distribuídos panfletos, com a história do homenageado; e o bloco também montou uma replica de A Pistoleira (1967), primeiro trio de Alfredo, produzido em parceria com Renato Portela.

Para ter uma maior semelhança do trio de Alfredo em 1967, a direção do bloco buscou uma camionete de época. No circuito da festa, dentro da corda do bloco, a velha camionete não agüentou o tranco.

O veiculo esfumaçou e parou. “Tudo bem que vocês quisessem homenagear Alfredo, mas, não precisava ser tão bem feito. Até o caminhão quebrava”, comentou uma foliã na oportunidade, lembrando com graciosidade dos tempos em que os trios produzidos por Alfredo da Luz emperravam e faziam a alegria da galera como “palco fixo”.

Foto: Reprodução do Livro de Nadia Cerqueira pag. 68.

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