Polícia apreende pés de maconha em residência no Loteamento Ypê

Postagem original em 19-08-2013 14h35m

718-2

A julgar pela imagem plantas tinham me média 1,30m de altura

Proprietário assumiu cultivar os dois pés da planta para consumo próprio

 

Na tarde de sexta, 16, a polícia militar aprendeu dois pés de maconha no Loteamento Ypê, em Irará. Os dois pés de Cannabis Sativa, erva popularmente conhecida por “maconha”, estavam plantados na residência de Francisco de Jesus, 32 anos, conhecido por “Piriquito”.

De acordo informou o Blog do Tavares, os policiais chegaram ao local após receber uma denúncia. Além do proprietário da residência, a polícia encontrou outras três pessoas no local, sendo duas delas menores. O adolescente M.N.O. de 16 anos tentou fuga sem sucesso.

Os acusados foram apresentados ao Delegado de Polícia da cidade de Ouriçangas, já que a Delegada titular do município de Irará estava de licença médica.

Ainda de acordo a notícia do Blog do Tavares, “Periquito” confessou ter plantado os pés de maconha. O acusado disse para o Blog que o plantio era para consumo próprio, afirmou ter jogado as sementes no local, há cerca de 60 dias, e que a chuva havia se encarregado de molhá-las.

Debate

Situações como esta costumam alimentar o debater acerca dos limites e diferenciações entre o “consumo próprio” e o “tráfico”.

Este tipo de discussão foi fortemente retomado no Brasil após a decisão do Uruguai de legalizar o cultivo – em até seis plantas – e o uso da maconha. A previsão é que os usuários possam encontrar o produto nas redes de farmácia do país, a preço equivalente a US$ 2,50 por grama.

No Brasil, o plantio – ainda que de uma única planta – é proibido. De acordo post no blog Oráculo, da Revista Super Interessante, a quantidade para ser considerado como tráfico ou usufruto depende da interpretação policial na hora do flagrante.

Na hipótese do acusado ser enquadrado como usuário, o Paragrafo 1º do Art. 28, da Lei 11.343, prevê advertências, prestação de serviços à comunidade e/ou aplicação de medidas socioeducativas. Em caso de tráfico, a mesma Lei, em seu Art. 33, prevê pena de cinco a quinze anos de reclusão.

A Lei, 11.343, de 11 de agosto de 2006, refere-se à instituição do Sisnad – Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas.

Com informações e Imagem do Blog de Tavares

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s